quinta-feira, 30 de junho de 2011

A LIÇÃO DO BAMBU CHINÊS

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.
Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas, se você tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5.º ano chegará, e com ele virão crescimento e mudanças que você jamais esperava.
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão. Sejamos persistentes sempre! Nunca percamos de vista as metas. A cada dia vençamos com fé os obstáculos, confiemos no nosso poder de superação, mas acima de tudo, confiemos em Deus, e a vitória virá, pois, sem dúvida, com suor, esforço, trabalho, fé, e com a bênção de Deus a cada momento da nossa vida, seremos vencedores.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

BUSCA PELO CONHECIMENTO

PREPARADO PARA O DESAFIO

Ao lado do treinador do Botafogo RJ e meu amigo particular Caio Junior estive participando durante 10 dias dos treinamentos da equipe que se prepara para o Campeonato Brasileiro. Foi uma grande experiência e que reforçou ainda mais a minha decisão de trocar a gerência de futebol pela área técnica. Preparo-me há muitos anos para esse desafio, mas a evolução e o aprendizado devem ser buscados sempre, não importando quão preparado esteja, pois no futebol, como em qualquer seguimento as mudanças são constantes e se faz necessário essa busca por novos metodos e modelos. Além de observar aos treinamentos participei de reuniões com o auxiliar técnico Almir Domingues e o editor de imagens do clube Thiago Largui(2ª foto abaixo).

quarta-feira, 6 de abril de 2011

ATÉ ONDE VAI O AMADORISMO

Li recentemente texto que me deixou pensativo e um tanto quanto indignado e resolvi postá-lo para que meus leitores, muitos deles dirigentes de clubes reflitam sobre esse tema e decisões que vem impedindo a evolução do futebol em nosso país. Espero que sirva de alerta e iniciem um novo modelo nas gestões dos clubes, com mais profissionalismo, ética e com seriedade, principalmente quando a questão é o técnico.


Choque de gestão no futebol: os cabelos estão arrepiados (Eduardo Fantato)

(Esporte precisa de central de informações e recursos tecnológicos que auxiliem os dirigentes na gestão.)


"Ele é um excelente profissional, muito bom caráter, um homem sério, mas nós que convivemos no dia a dia achamos que é necessário fazer um choque de gestão”.
Com essa frase, a diretoria do Atlético Goianiense justificou a demissão de René Simões do comando técnico da equipe, que conseguiu evitar o rebaixamento no ano anterior e que liderava o campeonato estadual.


Virou moda. Agora no futebol a onda é fazer um choque de gestão. Choque de gestão virou desculpa para fracasso, virou desculpa para erro e agora, ainda mais, virou justificativa para o famoso “me deu na telha trocar tudo”.


O futebol precisa, cada vez mais, de uma central de informações e recursos tecnológicos que auxiliem a avaliar, medir desempenho, e forneçam informações que possam ser transformadas em conhecimento. Mas isso não basta, se as pessoas que decidem não souberem o que fazer com elas. Ou, o que é pior, tomarem decisões sem ao menos olhar para informações: o tal “choque” não fará nem cócegas.


Nos últimos anos vimos com freqüência o termo ser utilizado no futebol. Atlético- MG já utilizou, Corinthians recentemente para justificar o fracasso da Libertadores, o Flamengo, o Goiás, enfim, tantos dizendo sem dizer. O futebol precisa aprender com o mercado, porém, não adianta só fazê-lo no nome e da boca para fora. Choque de gestão, em resumo simples, remete a mudança no rumo e na forma de gerir, ou seja, o dirigente que o propõe deve estar amparado em informações para tomar tal decisão e não tomar a decisão e justificar com tal alcunha. Como um choque de gestão pode ser aplicado se não existem parâmetros, critérios e ferramentas que possam avaliar os rumos?


Um técnico com 70% de aproveitamento é alvo de choque de gestão, técnico invicto também, técnico rebaixado, técnico interino, enfim, toda mudança de técnico virou choque de gestão. Independentemente do nome, é importante que as decisões de mudança de rumos, que nem sempre se concretizam com a simples mudança de uma peça (treinador), sejam amparadas com argumentos, informações, dados, análises, critérios, e não apenas no feeling de uns e outros.


O feeling é extremamente importante e não pode ser descartado, porém, os gestores do futebol brasileiro se apegam a ele como justificativa: ”senti que era hora de mudar”. Precisamos de critérios para tomar decisões. Se no futebol os resultados justificam tudo, vamos avaliar resultados, sejam eles de jogo, sejam eles de retorno de marketing, sejam eles de investimentos ou da natureza que for. Caso contrário, vamos ser todos eletrocutados com tanto choque à toa e continuaremos com nossos cabelos arrepiados.


Por: Eduardo Fantato/ Fonte: Universidade do Futebol

sexta-feira, 1 de abril de 2011

TIRANDO DÚVIDAS SOBRE ESTAR APTO A EXERCER NOVA FUNÇÃO

REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO É CONFUSA

Qualquer torcedor se for convidado, pode exercer sem constrangimentos legais a função de treinador. Graças a um conflito entre leis federais, não há regulamentação clara sobre a profissão. A primeira lei que tratou da profissão de técnico foi sancionada por Itamar Franco em 1993. Ela determina que o exercício da profissão de treinador de futebol é assegurado PREFERENCIALMENTE aos portadores de diploma de Educação Física, ou a quem já exercia a atividade antes da vigência da lei. “O termo preferencialmente permite que qualquer pessoa exerça a profissão. E a lei continua em vigor”, observa José Antônio Nogueira Júnior, diretor do Sindicato dos Treinadores Profissionais de Futebol do Estado de São Paulo (Sintrepfesp) - uma das três entidades de classe estaduais no Brasil (as outras são no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul).


Em 1998, Fernando Henrique Cardoso assinou a Lei que criou o Conselho Federal e os Conselhos Estaduais de Educação Física. A nova legislação estabeleceu que os treinamentos especializados nas áreas de atividade física e do desporto (onde se enquadra a prática de treinador de futebol) competem apenas aos profissionais de Educação Física. E só tem direito a esse título quem passar pelo banco da faculdade, ou quem já exercia tais atividades antes da vigência da lei. Por outro lado, o diploma de terceiro grau dá ao aluno somente conhecimentos gerais sobre a área de Educação Física, e não o capacita a tornar-se técnico de futebol. “O conhecimento científico do formado tem seu valor, mas a vivência como jogador, a experiência com dezenas de técnicos no dia-a-dia da atividade não tem preço”, afirma Caio Júnior (foto abaixo), atual técnico do Botafogo RJ.

“A faculdade não ensina tática, história do futebol e não forma como treinador. Mas o profissional também deve ter noções de anatomia, pedagogia, psicologia.... É difícil falar quem tem razão”, diz Nogueira Júnior, formado em Educação Física e com especialização em futebol. O que defendem muitos técnicos e dirigentes sindicais é a criação de um curso especial para que um ex-jogador não seja obrigado a concluir uma faculdade para exercer a profissão. “O atleta não consegue conciliar carreira e estudo, e quando pendura as chuteiras não tem mais tempo ou condição financeira para quatro anos de faculdade”. “O ideal seria permissão para iniciar nas categorias de base, e depois de certo tempo ascender ao profissional”, sugere Caio Junior.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

TRABALHO EM EQUIPE


O verdadeiro trabalho em equipe inicia com o primeiro passo, por uma decisão importante de alguém. Formar equipes é uma arte rara, é talento unindo-se ao conhecimento. É uma tomada de decisão capaz de contagiar dezenas, centenas, milhares e milhões de pessoas apenas por um gesto ou uma simples palavra. E tudo inicia por um lider, e liderar é uma tarefa árdua, por isso não os encontramos pelas esquinas ou nas farmácias. Muitos se misturam e nos confundem, distorcem, tentam impor algo que não está dentro deles. Liderança nasce em você e no caminho vai se aprimorando, crescendo, evoluindo. Derrepente algo começa a queimar pelo corpo e na medida que isso vai acontecendo vem a luz, o instálo, o clic que você precisava para decidir. Esse é o momento mágico em que você descobre o quanto pode contribuir e ajudar na formação de pessoas e equipes. Poderia escrever um grande texto sobre esse assunto, mas achei melhor mostrar o video acima, pois ele diz tudo o que precisamos saber.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

NICK VUJICIC - UM EXEMPLO P/ MUNDO

NUNCA RECLAME
Assistam ao video e lembre-se dele sempre que tiver algum fracasso.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

PROMESSA DO FUTEBOL TEM PERNA AMPUTADA

UM ALERTA AOS ATLETAS
Um triste acontecimento do futebol (noticia abaixo)me levou recentemente ao passado, mais precisamente no ano de 1986. Na época, com 17 anos jogava na equipe do E.C. Internacional da cidade de Santa Maria, RS. Meu técnico era o Seu Daltro Menezes (in memória). Certo dia estava atrasado para o treino e pedi emprestada a bicicleta de um vizinho de apartamento(coisa de juvenil). Desci as escadas do prédio com ela nos braços (morava no terceiro andar) e fui em direção ao Estádio Presidente Vargas em fortes pedaladas. Quando dobrei esquina já avistei o chefe, como era chamado carinhosamente pelos jogadores, na frente da porta que dava acesso ao vestiário. Percebi que ele me olhava direto, uns cem metros, até que eu chegasse bem próximo dele. Pela sua expressão pensei pra mim: vou levar a maior bronca do véinho, mas estava dentro do horário determinado. Chegando próximo dele, parei, desci da bicicleta e ele me perguntou: onde arrumou essa condução guri? Disse: de um vizinho meu, professor. Ele me olhou firme e largou: jogador de futebol não pode nunca andar em duas rodas, então se tiver que chegar atrasado, que chegue, porque vou só te multar, mas nunca mais me apareça aqui desse jeito. A vida de vocês é mais importante, então venha a pé se precisar. Desde então a única bicicleta que andava era ergométrica e nunca esqueci do que ele me disse. Atletas precisam ser orientados e monitorados por seus técnicos e diretores. Foto abaixo jornal: Seu Daltro á direita ao lado do professor Galego.
Jogador do Iape do Maranhão, Cleilton Reinaldo, tem perna amputada
Sábado, dia 18 de dezembro de 2010. Um grave acidente. O fim de um sonho. Cleilton Reinaldo Alves Costa, jogador do Iape-MA, estava em uma motocicleta em companhia de um amigo quando ambos foram atingidos por um automóvel. Em decorrência do acidente, o atacante de 19 anos sofreu um duro golpe: teve a perna direita amputada. O caminho do jovem atleta no futebol profissional chegou ao fim, mas ele sabe que a alegria por estar vivo deve continuar.
- [A perda da perna direita] Não vai afetar em nada. Vou fazer fisioterapia. Vou botar uma prótese. Vou ficar uma pessoa independente dos outros. Vou depender de mim mesmo. Não vai ser uma perna que vai tirar minha alegria. Se Deus quiser, vou superar mais este obstáculo – revelou.
O sonho de ser um grande jogador e atuar por equipes importantes do futebol brasileiro e do mundo foi interrompido. Apesar de saber que não poderá mais fazer o que mais gostava, Cleilton revelou, em entrevista à Rádio Mirante AM, nesta segunda-feira, que o momento agora é de se recuperar e acreditar em novos sonhos.
- Quero me formar em Educação Física e, quem sabe, ser treinador, preparador ou alguma coisa no ramo do futebol – disse.

ACIDENTE
O jogador do Iape deu a sua versão para o acidente. De acordo com Cleilton, a motorista do automóvel, que não teve o nome revelado, foi a responsável pelo acidente. Segundo o atleta, além de a condutora causar esta fatalidade, ela não prestou socorro às vítimas. Dentro do veículo também havia um homem, que seria marido da motorista.
- A gente estava vindo de um aniversário e daí uma mulher num Fiesta fechou eu e meu amigo, que estava pilotando a moto. Ele tentou desviar e ela jogou o carro para cima da gente na contramão. E ela conseguiu pegar só minha perna. No momento do acontecido, os dois [a motorista e o carona] saíram do local. Todos os dois. Eles não prestaram socorro de forma alguma – explicou o jogador.
Cleilton ainda desmentiu ele e o amigo estavam em alta velocidade na motocicleta. O jogador também negou que uma terceira pessoa estivesse na moto, informação revelada pelo cunhado da motorista, em entrevista à Rádio Mirante AM.
- A gente estava a uns 50km. Se a gente estivesse vindo veloz, teria capotado e se acabado num poste – afirmou.
Logo após o acidente, a polícia descobriu que a condutora do veículo dirigia sem carteira de habilitação. No entanto, foi o carona do carro, identificado como Wilton Mendes Gonçalves, quem assumiu que estava dirigindo o automóvel.
- Foi um sonho interrompido devido a um irresponsável que foi dar o carro para uma pessoa que não tem nenhum tipo de responsabilidade, e aconteceu o que aconteceu – lamentou o jogador.
Fonte noticia: Globo Esporte

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

DIRETAMENTE DA ARÁBIA - RENÊ WEBER

Renê Weber, técnico do Al-Shaab da Arábia, grande amigo e leitor do blog, gentilmente me envia e-mail sobre matéria publicada no Jornal Extra RJ, do dia 14 de janeiro que contribui com nossa postagem anterior sobre DESPERDICIO DE TALENTOS e confirma tudo o que pensamos sobre trabalhos de base. No texto a seguir um comentário de Renê sobre a dificuldade de encontrar-mos no futebol brasileiro o jogador de meio campo criativo e decisivo para as equipes. Até quando os dirigentes serão coniventes com os sistemas táticos utilizados pelos treinadores das categorias de base dos nossos clubes?

O BURACO NO MEIO
Por: Gilmar Ferreira, em 14/01/2011 às 15:48
Em novembro de 2005, o repórter Guilherme Van Der Laars, hoje editor-assistente aqui do Jogo-Extra, ouviu de Renê Weber, então técnico da seleção brasileira sub 20, um alerta que hoje, cinco anos mais tarde, soa como profético.
"Estão matando os meias. Você vai olhar na base, roda o Brasil e não acha. Quase todos os times jogam com três volantes. Não é uma teoria, é estatístico. Não tem mais aquele camisa oito tradicional de antigamente", explicava o jovem treinador, ex-meia de ligação do time do Fluminense campeão brasileiro em 1984 e tri estadual de 83 a 85.
A constatação era óbvia: o esquema 3-5-2 estaria matando a galinha dos ovos de ouro do futebol pentacampeão do mundo, com técnicos dos times das divisões de base optando por escalar suas equipes com três volantes no meio.
"Quer ficar rico, acha um meia", provocava Renê, resignado por ter encontrado pelo menos três para preencher o setor de sua seleção: Diego (ex-Santos), Renato (do Galo, na época) e Evandro, jogador do Atlético-PR.Em dezembro passado, o ex-atacante Bismarck, hoje empresário, lamentou não ter visto no Brasileiro sub 20, em Porto Alegre, um só meia que merecesse um investimento, carência já diagnosticada no campeonato que corou os argentinos Conca, D"Alessandro e Montillo.

Ou seja: o buraco identificado por Renê lá em 2005, na base, tornou-se uma cratera em 2010, um assassinato que deixa órfãos os verdadeiros amantes do futebol brasileiro, desde aqueles que viram os times serem comandados por célebres camisas 8 aos que consagravam eternos camisas 10.

DESPERDICIO DE TALENTOS

INVESTIR NO TALENTO
Tão importante quanto reconhecer o talento é ter a coragem de investir nele, de apostar, acreditar e dar o tempo suficiente para que se desenvolva e consiga colocar em prática seus dons naturais. Saber enxergar um talento não é tarefa das mais fáceis, por isso nossos clubes de futebol estão com grandes dificuldades em descobrir e formar atletas com alta qualidade técnica.

Investir no talento não é ficar esperando que as coisas caiam do céu, mas tomar a iniciativa, se mover, ir atrás e literalmente descobrir nos campos de futebol aqueles meninos que farão a grande diferença. Após, deveremos despertar neles a capacidade de acreditarem e seguirem em frente. Uma vez que a semente está dentro deles, é nossa obrigação proporcionar as condições ideais para que ela se transforme em uma grande arvore frutífera.

Os dois principais fatores que tem dificultado o surgimento de grandes jogadores são:
1. Observadores e olheiros sem capacidade para a função;
2. Técnicos preocupados com sistemas e esquemas táticos, deixando em segundo plano a qualidade técnica e o desenvolvimento das habilidades naturais dos atletas.

Com a implantação desses esquemas 3-5-2/3-6-1 nas categorias de base estamos desperdiçando ótimos talentos, que acabam se perdendo no caminho porque nossos treinadores priorizam as conquistas de títulos e não a formação do atleta e do ser humano. O esquema a ser utilizado na base deve ser o 4-4-2/4-3-3 e isso deveria tornar-se obrigatório por lei. São eles que mostram as verdadeiras funções de um atleta em campo e o técnico que inventar algo diferente disso deveria ser preso.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DADÁ MARAVILHA - A LENDA

EXEMPLO PARA OS MAIS JOVENS
Dario teve uma infância pobre no subúrbio de Marechal Hermes, na rua Frei Sampaio, no Rio de Janeiro. Aos 19 anos, em razão de um furto, foi detido na Febem, onde conheceu o futebol. Em 1965, Dario começou a jogar nos juniores da equipe do Campo Grande, sendo promovido ao time principal em 1967. Seu talento despertou a atenção do Clube Atletico Mineiro. Dario vestiria a camisa de mais 16 clubes. No entanto, o maior destaque de Dadá seria atuando por outro grande clube do futebol brasileiro: o E.C. Internacional. Hoje, Dadá, trabalha na televisão como comentarista esportivo. Iniciou sua carreira na TV Alterosa de MG, sendo posteriormente contratado devido ao seu grande sucesso pela Rede Globo, como comentarista no canal a cabo SporTV. Atualmente Dadá voltou a TV Alterosa, e participa da Bancada Democrática do Alterosa Esporte, representando o Atlético Mineiro. Tornou-se um exemplo de humildade, simplicidade e de caráter a ser seguido por todos atletas, principalmente os atacantes.


FRASES POÉTICAS DE DARIO:
"Não venha com a problemática que eu dou a solucionática."
"Me diz o nome de três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá Maravilha."
"Não existe gol feio. Feio é não fazer gol."
"Um rei tem que ser sempre recebido por bandas de música."
"Pra fazer gol de cabeça era queixo no peito ou queixo no ombro."
"Com Dadá em campo, não há placar em branco."
"Pelé, Garrincha e Dadá tinham que ser curriculum escolar"
"Faço tudo com amor, inclusive o amor"
"Nunca aprendi a jogar futebol pois perdi muito tempo fazendo gols"
"Só existe três poderes no universo: Deus no Céu, o Papa no Vaticano e Dadá na grande área".
"Chuto tão mal que, no dia em que eu fizer um gol de fora da área, o goleiro tem que ser eliminado do futebol."
"A área é o habitat natural do goleador, nela ele está protegido pela constituição, se for derrubado é pênalti"
"Num time de futebol existem nove posições e duas profissões: o goleiro e o centroavante"
"Bola, flor e mulher, só com carinho"
"Fiz mais de 500 gols, só correndo e pulando."
"Quando eu saltava o zagueiro conseguia ver o número da minha chuteira"