quinta-feira, 15 de setembro de 2011

DESPERDICIO DOS EUA E A FOME NO MUNDO

ESTAMOS FAZENDO PELA NOSSA HUMANIDADE?
Após acompanhar as noticias de ontem vou fugir um pouco do assunto principal desse blog para mostrar uma  realidade oposta, triste, decepcionante e vergonhosa. A Nasa anunciu nesta quarta-feira o projeto para desenvolver seu novo foguete de grande porte que permitirá o transporte de cargas, além de enviar o primeiro ser humano a Marte.

Com um custo estimado em US$ 3 bilhões anuais, num total de US$ 18 bilhões até seu vôo de estréia, previsto para 2017, o SLS inicialmente poderá carregar cerca de 70 toneladas de carga útil para o espaço, devendo receber melhorias para alcançar uma capacidade de até 165 toneladas. Isso é mais que as 130 toneladas dos gigantescos foguetes Saturn V.

Leiam o que afirma o tal de Charles Bolden administrador da Nasa: “Este sistema de lançamento criará bons empregos, assegurará a liderança dos EUA no espaço e vai inspirar milhões ao redor do mundo - O presidente Obama nos desafiou a sermos ousados e sonharmos grande, e isso é exatamente o que estamos fazendo. Embora eu tenha orgulho de ter voado nos ônibus espaciais, as crianças de hoje agora podem sonhar que caminharão em Marte um dia.
Gostaria de saber: quantos e quais bons empregos criará? Liderança espacial pra quê? Ao redor do mundo quem vai se inspirar com esse feito? Isso é ser ousado e sonhar grande? Qual a criança que sonha em pisar em Marte?
MUNDO REAL
Na outra parte do mundo a fome mata milhares de pessoas todos os anos. Seres humanos que sonham com um prato de feijão com arroz, um teto, um calçado para pisarem aqui nesse mundo e não em Marte. Esse é o planeta que precisamos explorar. Pra mim isso seria um grande sonho de um governante e de uma nação poderosa que gasta trilhões de dólares com viagens pelo universo sustentando egos e vaidades, com armamentos de guerra prevendo sempre que o pior vai acontecer e geralmente acontece muito mais pelos seus próprios atos. Esse mês faz 10 anos dos ataques terroristas ao World Trade Center e realizaram várias cerimônias homenageando as vítimas. Sabemos também que nada justifica esse ato terrorista brutal, que abalou todo o planeta e não apenas os EUA, mas não aprendem. Não sou contrário ao projeto da Nasa, mas acredito que deveriamos eleger outras prioridades. Também sei que sou apenas mais um externando um sentimento humanitário e um desejo de poder viver o suficiente para ver nações acabarem com a fome e a miséria desses países.      
Por ter chocado alguns leitores exclui a imagem q havia postado, mas segue link para compararmos nossos mundos.

http://www.youtube.com/watch?v=GlH1hbFLVjY


sábado, 10 de setembro de 2011

VAMOS LOUVAR A DEUS!



LETRA
Fico a imaginar o dia,
em que meu nome irá chamar
pra um lugar muito distante
onde nunca haverá
nem fome, nem sede, nem pranto, nunca haverá
nem fome, nem sede, nem pranto, nunca haverá

O cordeiro,
que está no trono
apascentará e me servirá
de Guia para as fontes das águas da vida,
me levará

Meus queridos leitores, espero que esse louvor possa trazer-lhes momentos de reflexão, paz, muita alegria a todos que acessam esse blog e também venha tocar os seus corações com a mesma intensidade que tocou no meu. "Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre" (Salmos 37 - 29).
Não sei qual é o seu problema, nem a intensidade deles, seja  financeiro, de saúde, familiar......, nem sua crença. Eu tenho um DEUS que é poderoso, que jamais nos abandona, que opera milagres e eu sou a prova viva disso, que nos mostra o caminho, que nos ama apesar das nossas imperfeições, que perdoa nossos erros, nossos pecados, que nos molda e nos transforma conforme a sua vontade, que carrega conosco o fardo e nos sustenta nos momentos difíceis.     

terça-feira, 6 de setembro de 2011

CONTADO PELA 1ª VEZ/ATLETA EDENILSON (CORINTHIANS SP)

UMA DECISÃO, UM SONHO REALIZADO, ASSIM NASCE UMA ESTRELA
E.C. Guarani (clube que orgulhosamente presidi), Venâncio Aires, agosto de 2008, nossa equipe havia acabado sua participação no octogonal final da 2ª divisão na quinta colocação e um convite da FGF para que disputássemos a Copa RS no 2º semestre estava em minhas mãos. Olhava pra trás e lembrava das dificuldades que enfrentamos para conseguir levar a equipe até a fase final da competição. Olhava para o presente e me deparava com dívidas, sem patrocínio, com minha diretoria e o conselho solicitando encerramento das atividades, mas ao fechar os olhos e ver além do que nossos olhos alcançam passei a refletir. Como presidente precisava ser frio, observar os números e decidir por encerrar o trabalho naquele momento mas, como profissional do futebol tinha certeza que naquele grupo de meninos sonhadores existiam 3 atletas que seguiriam em frente, que prosperariam. 

Havia solicitado ao nosso diretor financeiro Cesar Ernsen um relatório do passivo e uma projeção de custos da competição que iniciaria em seguida. Ao entrar na sala de reuniões disse: Júlio, “é inviável, não podemos jogar, é suicídio”. Avaliamos juntos todas as possibilidades, ouvi e analisei atentamente os argumentos de outros diretores e apenas pedi para que eles mostrassem a real situação ao grupo que nos aguardava ansiosamente no vestiário por nossa decisão. No caminho entre a sala de reuniões e o vestiário me falou: “qualquer que seja a decisão estarei contigo”. Entramos, todos sentados, o Cesar inicia sua explanação e eu observo os rostos de cada um deles. Todos escutavam atentamente, mas alguns com olhar na minha direção. Começo a me questionar: “qual o direito que tenho de interferir na vida deles? E se aqui tiver um, dois ou mais daqueles diferenciados, e eu sei que tem. Cabia a mim decidir, mas antes propus um acordo importante entre direção, comissão técnica e atletas ao qual foi aceito por todos, então falei em alto e bom som: “vamos jogar”. Aquele grupo possuía algo diferente, ali existiam sonhos, com valores e entre eles o menino Edenilson, carinhosamente chamado pelos companheiros de Meio Quilo por ser magro. Foi num jogo em Caxias entre Guarani x Juventude pela Copa RS 2008, perdemos o jogo mas ele mostrou seu talento e nesse mesmo dia dirigentes do Caxias que assistiam ao jogo me contataram pra obterem informações do menino.

Hoje no Corinthians, participando sempre da equipe do técnico Tite, Edenilson, o nosso Meio Quilo faz fama, sucesso e certamente se tornará um dos grandes jogadores do futebol brasileiro e que em breve vai alçar voos mais altos. Saber que participamos dessa caminhada, talvez de forma tímida mas presente, me deixa muito feliz e orgulhoso. Lembro de quando ele entrava na minha sala no sábado após o treino avisando que iria visitar a família e solicitar a passagem de ida para casa porque a volta o pai pagava. Lembro das vezes que a diretora me chamava na escola para mostrar suas notas e dizer que não queria saber dos estudos. Conversava com ele e no outro dia quando eu pensava até em tirá-lo do treino e pedir mais dedicação as aulas observava a maneira feliz que entrava no vestiário, seu relacionamento com os colegas e sua dedicação aos trabalhos de campo, estava determinado, então não me dava coragem de puni-lo daquela forma, apenas uma boa conversa.

Meu objetivo não é ser o pai da criança, longe disso, até porque ele dedicou-se muito para estar nesse lugar e fez por merecer, além de que, sua carreira é gerenciada pelo empresário Jorge Machado, um dos profissionais mais respeitados do país e teve participação importante da SER Caxias no seu desenvolvimento, mas o que quero mostrar é o efeito da decisão diante do caos, embasado numa convicção, na observação técnica, no dia a dia de um atleta, não em matemática, o futebol jamais será uma ciência exata. Posso com autoridade escrever e relatar esse fato porque foi o principal argumento que usei na época para justificar o porquê jogaríamos e quem estava lá se lembrará do meu pronunciamento e com postagem nesse blog após sua ida para o Caxias.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

VOCÊ PODE


E o mais importante, colocar DEUS acima de todas as coisas. Posso externar isso, pois sou a prova viva da transformação divina, do milagre, da benção, da unção. "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de DEUS em Cristo Jesus para convosco."(l Ts 5:18)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

MAIS SOBRE A PROFISSÃO DE TREINADOR

Em minha postagem do dia 01 de abril trouxe informações sobre estar apto a exercer a profissão de treinador de futebol. No dia de hoje o site http://universidadedofutebol.com/ trás algumas informações que havia publicado aqui anteriormente, juntamente com outros esclarecimentos importantes sobre esse tema ao qual me sinto no dever de divulgar o texto em sua integra para que não fique mais nenhuma dúvida. Na minha próxima postagem me posicionarei sobre as diferenças dos profissionais. Leiam texto abaixo:

Qual é a regulamentação para atuar como treinador de futebol no Brasil?

Universidade do Futebol esclarece disputa entre entidades que representam as categorias dos treinadores e dos professores de Educação Física
Equipe Universidade do Futebol

A regulamentação da profissão de treinador de futebol no Brasil vem sendo debatida há muitos anos. No centro deste debate estão, de um lado, as entidades que representam os profissionais de Educação Física, em especial CONFEF (Conselho Federal de Educação Física e CREF’s (Conselhos Regionais de Educação Física) e de outras instituições sindicais representativas dos treinadores que não são certificados pelas Escolas de Educação Física, geralmente liderados por ex-atletas que pleiteiam ou já exercem a função de treinadores em clubes ou outras instituições futebolísticas.

Nesta quebra de braços, a vantagem muitas vezes parece ficar com as instituições mais organizadas e estruturadas que representam os profissionais formados em Educação Física. Porém a briga ainda está longe de encontrar um vencedor, apesar dos argumentos de ambos os lados. Recentemente, por exemplo, o SITREFESP (Sindicato dos Treinadores de Futebol do Estado de São Paulo) deu um golpe na instituição que representa os graduados em Educação Física, o CREF4/SP (Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região), como veremos nesta matéria.

A partir do Decreto-Lei 3.199 de 1.941, reconheceu-se a presença de um profissional qualificado para trabalhar como treinador o indivíduo formado pela Escola de Educação Física e Desporto da Universidade do Rio de Janeiro. Trinta e cinco anos mais tarde, a Lei 6.354 de 1.976 dizia em seu artigo 27: “Todo ex-atleta profissional de futebol que tenha exercido a profissão durante 3 (três) anos consecutivos ou 5 (cinco) anos alternados, será considerado, para efeito de trabalho, monitor de futebol” (Brasil, 1976).

Entretanto, a regulamentação da ocupação de treinador profissional de futebol onde se estabeleceram as mesmas legislações do trabalho e da previdência social, se oficializou pela Lei 8.650 de 1.993, que dizia no seu artigo 3:

O exercício da profissão de Treinador Profissional de Futebol ficará assegurado preferencialmente:

I - aos portadores de diploma expedido por Escolas de Educação Física ou entidades análogas, reconhecidas na forma da lei;

II - aos profissionais que, até a data do início da vigência desta Lei, hajam, comprovadamente, exercido cargos ou funções de treinador de futebol por prazo não inferior a seis meses, como empregado ou autônomo, em clubes ou associações filiadas às Ligas ou Federações, em todo o território nacional”.

Atualmente, a Lei Nº 9.696, de 1º de setembro de 1.998, que regulamenta a profissão de Educação Física, diz no Art. 3º:

“Compete ao Profissional de Educação Física coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas e do desporto” (Brasil, 1.998).

Há movimentos para se estabelecer uma regulamentação conjunta. A própria CBF, entidade que rege o futebol no Brasil, promove um projeto educacional que pretende, com o apoio de Fifa e Uefa, se tornar o curso oficial que permita o exercício da profissão do treinador de futebol. Mas a situação ainda permanece indefinida.

Por enquanto, o que vale mesmo é a qualificação – ou seja, competência – para determinado profissional desempenhar a função de treinador de futebol. Para isso, basta ele ter o aval da direção do clube, com ou sem chancela do CREF, ou de qualquer outra certificação.

Em 2009, por decisão da Dra. Silvia Melo da Matta, Juíza Federal Substituta, da 8ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo, foi concedida a antecipação dos efeitos da tutela antecipada que garante aos técnicos e ou treinadores de futebol o livre exercício profissional.

A ação foi movida pelo SITREFESP, presidido por Mário Travaglini, que procurou salvaguardar seus associados com o direito de exercerem livremente o trabalho, sem que houvesse qualquer interferência do CREF4/SP.

Afirma a autora da decisão que a Lei 8.650/93, a qual dispõe especificamente sobre as relações de trabalho do treinador profissional de futebol, está sendo desrespeitada pelo CREF4/SP, pois está previsto em seu artigo 3º que a profissão de treinador profissional de futebol será exercida preferencialmente por portadores de diploma expedido por escolas de Educação Física, e não obrigatoriamente, como quer o CREF4/SP. Há ainda o argumento de que a Lei 8.650/93 é especifica da categoria, não cabendo qualquer tentativa de enquadramento em outra legislação ou normativa.

Além disso, o Conselho Federal de Educação Física – CONFEF e o CREF4/SP – são órgãos de representação, de disciplina, de defesa e fiscalização exclusivamente dos profissionais de Educação Física.

O técnico ou treinador de futebol não precisa estar inscrito no Conselho Federal de Educação Física e nem em Conselhos Regionais de Educação Física. Os clubes de futebol têm em seus quadros profissionais de várias áreas, entre eles médicos, fisioterapeutas, fisiologistas, nutricionistas e preparadores físicos. Estes fazem parte da comissão técnica de uma equipe, mas cada um está sujeito à inscrição nos conselhos que representam suas respectivas categorias profissionais.

A Dra. Sílvia acatou o pedido do advogado Dr. João Guilherme Maffia, que representou o Sindicato dos Treinadores na demanda, antecipando os efeitos da sentença, garantindo assim aos técnicos e ou treinadores de futebol, associados ao SITREFESP, o livre exercício de sua profissão, independentemente de estarem inscritos no Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região de São Paulo.

O fato é que – apesar das acaloradas polêmicas – até o momento não existe no Brasil nenhum curso oficial que “autorize” alguém a ser treinador ou técnico de futebol. A eventual regulamentação que autorizaria o exercício legal da profissão simplesmente não existe. Por isso, o que se vê neste disputado mercado são clubes e instituições futebolísticas contratando os seus profissionais baseados em recomendações, indicações, experiência acumuladas ou então por suas competências específicas, e não preferencialmente a partir de sua certificação em Educação Física.

Enquanto a regulamentação não se efetiva, cabe aos profissionais e pretendentes ao exercício da profissão de treinador, qualificarem-se para bem exercer suas funções, sejam eles professores de Educação Física, ex-jogadores de futebol, ou qualquer outra pessoa que deseje seguir essa carreira.

Nesta direção e também preocupada com o movimento de regulamentação da profissão de treinador, a Universidade do Futebol se destaca ao oferecer cursos on-line e presenciais que objetivam promover a qualificação profissional dos gestores de campo (além do treinador, o assistente técnico, o preparador físico, o treinador de goleiros, o coordenador técnico, etc.), elemento indispensável para o adequado exercício de suas funções. E é sempre bom lembrarmos que qualificação profissional deveria ser pré-requisito para o exercício de qualquer profissão.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A MAIOR ESTRELA DO FUTEBOL CHAMA-SE: EQUIPE

O jogo de ontem à noite entre Santos x Flamengo, vencido brilhantemente pelo rubro negro carioca deixou claro o poder do coletivo de um time, do verdadeiro trabalho em equipe, da estratégia, inteligência e arrojo de um técnico. As duas equipes com talentos individuais fantásticos, atletas que decidem um campeonato, que superam nossas expectativas, que fazem nossos olhos brilharem numa fração de segundos, mas vou comparar atuação de apenas dois deles. De um lado Neimar, o menino do Santos, ainda em formação pessoal e profissional, um craque que nos proporcionará muitas alegrias num futuro bem próximo, que do dia para noite tornou-se milionário, que é usado pela indústria, pela mídia, pelo lado comercial e cercado por interesseiros de todos os gêneros. Um garoto vaidoso como todos na sua idade, que adora um espelho e deve achar-se o Brad Pitt brasileiro o que é compreensível. Em alguns momentos rebelde, outros uma criatura doce e amável, que vezes nos passa a impressão que sabe tudo o que fala, ao mesmo tempo em que demonstra certa limitação cultural. Um atleta de alto nível, capaz de fazer pessoas sorrirem e/ou chorarem tanto de felicidade quanto de tristeza, que tem fome do jogo, sede da bola, sabe que possui qualidades raras para fazer toda a diferença, mas precisa entender que tem ao seu lado mais dez companheiros, um comandante na beira do campo e que o futebol é um esporte coletivo e de equipe. Foi protagonista de lances lindos, mas pecou demais pela individualidade, mesmo tendo objetividade na maioria delas. Seu raciocínio está mil anos a frente dos demais membros do time e sabe disso, portanto deve encontrar o equilíbrio e controlar a imaturidade.


De outro lado, o consagrado Ronaldinho Gaúcho, que já nos emocionou com dribles desconcertantes, lances mirabolantes criados por ele mesmo, com gols que ficarão para a história do futebol. Também de alto nível técnico, vivenciou e saboreou o gosto do sucesso repentino e meteórico. Tem qualidades individuais para decidir tudo num piscar de olhos, mas joga para o time, que jamais usa o EU, mas sim o NÓS, que divide vitórias com todos e muitas vezes assume as derrotas solitariamente, que procura o espaço certo do campo e chama para si a responsabilidade de fazer a jogada final ao mesmo tempo que faz os demais serem participativos e solidários ao jogo. Maduro, experiente, sabe muito bem que todos fazem parte do processo e foi essa a formula que trouxe a vitória do seu time sobre o do menino Neimar.
Como o futebol não é uma ciência exata, talvez no próximo confronto prevaleça e seja vitoriosa a individualidade, como vemos acontecer muito no mundo todo.Mas meu objetivo no texto é mostrar que nada pode ser mais importante que a equipe, o time, que logicamente não podemos abrir mão do talento, de fazer jogar sempre os melhores, mas pensar em equipe porque no final, independente do resultado o que será levado em conta será sempre o trabalho que realizamos durante o tempo de jogo. Se individualizamos não cumprimos com o principal dever, mas se primamos o coletivo nem uma derrota nos abalará porque realizamos o melhor.

sábado, 2 de julho de 2011

LIÇÃO SIMPLES


Muitos assistem ao video, todos gostam, acham a mensagem que ele transmite linda, mas poucos são aqueles que levam para o trabalho de equipe os seus ensinamentos. Direciono aos meus colegas de profissão, os técnicos de futebol, que na sua grande maioria tem posturas totalmente contrárias, mas são lições para também usarmos no nosso dia-a-dia. Novamente o exemplo nos mostra que liderar é uma arte rara.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A LIÇÃO DO BAMBU CHINÊS

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.
Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas, se você tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5.º ano chegará, e com ele virão crescimento e mudanças que você jamais esperava.
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão. Sejamos persistentes sempre! Nunca percamos de vista as metas. A cada dia vençamos com fé os obstáculos, confiemos no nosso poder de superação, mas acima de tudo, confiemos em Deus, e a vitória virá, pois, sem dúvida, com suor, esforço, trabalho, fé, e com a bênção de Deus a cada momento da nossa vida, seremos vencedores.